Por que fazer acupuntura em reprodução humana?
Embriologia Postado em: 21 / 10 / 2010 por: Administrador
As taxas de sucesso dos procedimentos em reprodução assistida incluem variáveis multifatoriais. Cerca de 90% de todos os ciclos de tratamento em reprodução assistida resultam na transferência de pelo menos um embrião, e apesar do desenvolvimento da estimulação ovariana, das condições de cultura e das técnicas de transferência de embrião, não há aumento significante nas taxas de nascimentos, que tem permanecido ao redor de 20 a 25% (ASHRE, 2008 et al., 2009). O principal fator limitante no sucesso os tratamentos é a falha na implantação e não a falta de embriões para a transferência, valorizando iniciativas que beneficiem as taxas de implantação, como a acupuntura.Como funciona a acupuntura em reprodução humana?
A aplicação da Medicina Tradicional Chinesa à saúde da mulher vem sendo praticada por milhares de anos, e alguns dos primeiros relatos contem descrições ricas e detalhadas de alterações ginecológicas e reprodutivas e seus tratamentos. Os efeitos da acupuntura ocorrem na modulação de fatores neuro-endócrinos centrais, pelo seu impacto no eixo hipotálamo-hipófise-ovariana, ou seja, no equilíbrio hormonal. Nos órgãos pélvicos - aumento de fluxo sanguíneo ao útero e aos ovários, como também a modulação de fatores imunes e efeitos potenciais na redução de estresse, ansiedade e depressão.

Principais efeitos da Acupuntura na reprodução assistida:
• Influencia os níveis plasmáticos de Hormônios.
• Aumenta o fluxo de sangue uterino e produz alterações no endométrio. (HUANÇ, CHEN, 2008).
• Inibe a motilidade uterina e suas contrações, inibindo a ação da enzima COX-2, favorecendo, assim, a implantação do embrião. Yu et al. (2008).
• Reduz a ansiedade, estresse e depressão.
Resultados de trabalhos científicos:
| TRABALHO | Taxa de gravidez COM Acupuntura | Taxa de gravidez SEM Acupuntura |
| Paulus et al. (2002) | 42,5% | 26,3% |
| Smith et al. (2006) | 31,0% | 23,0% |
| Dieterle, S. et al. (2006) | 33,6% | 15,6% |
| Westergaard et al. (2006) | 42,0% | 28,0% |
| Cheong et al. (2009) | 35,0% | 19,0% |
A Acupuntura tem sua eficácia efetiva e cientificamente comprovada, equilibrando o seu organismo e devolvendo a você a integridade fisiológica perdida. Procedimento seguro e minimamente invasivo, é indolor quando realizada por médico especialista.

Congelamento de Óvulos - Preservando a Fertilidade
Fertilização Postado em: 19 / 10 / 2010 por: Administrador
A Medicina Reprodutiva tem ajudado muitos casais que não conseguiram ter filhos. Mas até 2006, o método chamado de congelamento lento, apresentava índices de sub-desenvolvimento desanimadores. Entretanto, o desenvolvimento de uma nova técnica denominada vitrificação trouxe resultados muito superiores. Na vitrificação, o processo leva poucos segundos. Este método ultra-rápido tem como principal vantagem a não formação de cristais de gelo no interior do óvulo, reduzindo o dano celular que ocorre no congelamento lento.Trabalhos recentes mostram resultados animadores com taxas de sobre-vida após descongelamento acima de 50% e até resultados clínicos de gravidez similares aos obtidos com óvulos frescos, despertando novas esperanças e perspectivas para preservação da fertilidade feminina.
DESVENDANDO O PROCESSO DE CONGELAMENTO DE ÓVULOS
Inicialmente o ovário da mulher é estimulado por medicamentos para que reproduza uma quantidade extra de óvulos. Durante esse período, é realizado um acompanhamento através de exames de ultra-som para avaliar o desenvolvimento dos folículos que ao atingirem o tamanho ideal são aspirados por via transvaginal e os óvulos recuperados são incubados em laboratório de fertilização in vitro, sendo apenas congelados aqueles considerados de boa qualidade.
A vitrificação consiste na imersão direta dos óvulos, após o tratamento com substâncias crioprotetoras, em nitrogênio líquido, a temperatura de -196ºC.
QUAIS AS MULHERES QUE SE BENEFICIARIAM COM ESTA TÉCNICA?
As principais beneficiadas são mulheres jovens com doenças malignas que necessitam submeter-se a tratamentos oncológicos como quimioterapia ou radioterapia, que podem ocasionar perda da função ovariana.
A Medicina Reprodutiva tem ajudado muitos casais que não conseguem ter filhos. Até 2006, o método de congelamento lento de óvulos apresentava baixos índices de sucesso.
CRIOPRESERVAÇÃO OOCITÁRIA E O IMPACTO DA IDADE SOBRE A FERTILIDADE
Nos dias atuais, a mulher representa uma parcela importante no mercado de trabalho, havendo interesse especial pela sua carreira profissional e tendência ao adiamento nos planos de engravidar.
Para a Dra. Mila Harada Ribeiro, médica ginecologista especialista em Reprodução Humana, adiar a gravidez pode trazer conseqüências para o sonho de ter filhos. “A partir dos 35 anos, há um declínio da fertilidade porque há uma diminuição na quantidade e qualidade dos óvulos, o que reduz as chances de gestação natural.”
O congelamento de óvulos abre uma nova perspectiva para essas mulheres sem problemas de fertilidade, que por algum motivo necessitem postergar o momento da maternidade.
Entretanto, o congelamento de óvulos deve ser encarado como uma forma de se sentirem mais seguras no futuro e não como uma garantia absoluta de gravidez. Por isso, é fundamental expor às mulheres os riscos de se tomar decisões importantes de vida em função de um determinado número de óvulos criopreservados. O congelamento de óvulos para mulheres que desejam apenas retardar a gestação deve ser encarado como uma forma de se sentir mais segura no futuro, mas não como uma garantia de gestação. Sem dúvida, a médica alerta que a melhor opção ainda é procurar engravidar naturalmente até os 35 anos.
Mas havendo impossibilidade, os óvulos devem, preferencialmente, ser congelados até esta mesma idade.
Dra. Mila Harada Ribeiro
CRM 15255
Médica Ginecologista com Formação em Reprodução Humana.
O Sonho de ser Mãe
Fertilização Postado em: 19 / 10 / 2010 por: Administrador
A Infertilidade é um problema mais comum do que se imagina, atingindo cerca de 15 a 20% dos casais. Em aproximadamente 30% dos casos a infertilidade é atribuída a causas masculinas, 30% a causas femininas e em quase 40% a associação de ambas.Atualmente, para conquistar espaço num mercado de trabalho extremamente competitivo, as mulheres estão adiando cada vez mais o momento de engravidar. Diferentemente do homem, que produz espermatozóides durante quase toda a vida, a mulher possui relógio biológico responsável pela diminuição gradual da quantidade e qualidade dos óvulos até os 35 anos, porém, acentuando-se de maneira drástica após essa idade.
Por isso, após os 35 anos de idade, a natureza pode lhe reservar um desafio para realizar o sonho de ser mãe, sendo necessário muitas vezes recorrer a tratamentos especializados. As técnicas de Reprodução Assistida são as melhores alternativas para quem tem dificuldade de engravidar por causa da idade. Para se ter uma idéia, a possibilidade de engravidar espontaneamente entre 35 a 39 anos é 50%.

QUANDO PROCURAR UM ESPECIALISTA?
Todo casal que não consiga engravidar num período de um ano deve procurar o seu médico ou um especialista para iniciar uma investigação.
Entretanto, mulheres mais idosas ou quando o casal já tem conhecimento de que apresentam condições que predisponham infertilidade como endometriose, distúrbios menstruais, cirurgias ovarianas e tubárias anteriores devem procurar ajuda antes mesmo de 1 ano. "Tratar problemas de infertilidade e trazer esperanças para quem sonha com um filho é a especialidade da Dra. Kazue Harada Ribeiro, diretora da Clinifert, Centro de Reprodução Humana.”
Pioneira na introdução das novas técnicas de Fertilização Assistida e na geração dos primeiros bebês de proveta no Estado de Santa Catarina.
DE QUEM É A CULPA?
Hoje em dia sabemos que tanto o homem como a mulher são responsáveis pela infertilidade, aliás, na maioria dos casos, o problema é dos dois. Dentre as causas femininas, podemos citar problemas hormonais, alteração nas trompas, endometriose, ovários policísticos, inflamações, tumores ou pólipos uterinos. No homem, a diminuição da quantidade, qualidade e forma dos espermatozóides são responsáveis por 90% dos casos de infertilidade. Diversos fatores podem ocasionar a baixa ou até mesmo ausência total de espermatozóides chamada azoospermia, por exemplo, infecções e inflamações, varicocele, alterações hormonais, tumores, medicamentos, distúrbios genéticos e imunológicos.
Alguns problemas de infertilidade podem ser tratados com sucesso por meio de procedimentos simples, como medicações hormonais, pequenas cirurgias e inseminação artificial. Porém, nos casos mais difíceis, ou quando os tratamentos simples não são bem sucedidos, as técnicas de fertilização assistida são as alternativas mais indicadas.
Fertilização in Vitro: é a técnica popularmente chamada de “bebê de proveta”, em que o óvulo é fertilizado no laboratório e posteriormente o embrião é transferido para o útero.
ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozóide): técnica de Fertilização in Vitro em que um único espermatozóide é injetado diretamente dentro do óvulo, eliminando muitas barreiras naturais e revolucionando o tratamento de infertilidade masculina.
Até pacientes com ausência total de espermatozóides (azoospermia) podem conseguir gravidez, utilizando-se espermatozóide obtido diretamente através de punção do testículo ou epidídimo. Devido a excelentes taxas de fertilização, a técnica ICSI tem sido indicada para todos os casos de infertilidade.
TECNOLOGIA DE PONTA EM SANTA CATARINA
A Clinifert teve uma parceria internacional na implantação do laboratório de embriologia da Clínica: Dr. Peter Nagy, conhecido mundialmente por ser um dos autores do desenvolvimento da técnica revolucionário denominada ICSI.
Desde 2002, é a única clínica no estado certificada pela RED LATINO AMERICANA DE REPRODUCCION ASISTIDA e oferece aos casais os mais modernos procedimentos para o tratamento da infertilidade.
ASSISTED HATCHING com LASER DIGITAL: técnica que permite diminuir a espessura da zona pelúcida, camada que envolve o embrião, facilitando a eclosão e a sua implantação no útero. O espessamento dessa camada externa ocorre mais freqüentemente em mulheres idosas e em embriões congelados.
PGD (Diagnóstico Genético Pré-Implantacional): da mesma forma, o Laser Digital nos permite realizar com extrema precisão a biópsia do embrião para estudo genético, em casos de doenças genéticas e abortamentos de repetição.
TRATAMENTOS AO ALCANCE DE TODOS OS CASAIS
Agora ficou mais fácil e acessível o tratamento de reprodução assistida. A CLINIFERT possui parceria com o Programa Acesso, que busca ajudar casais com dificuldades financeiras para um tratamento de infertilidade.
Dra. Kazue Harada Ribeiro
CRM 2035
Assisted Hatching a Laser Digital
Andrologia Postado em: 14 / 10 / 2010 por: Administrador
Quase tudo se conhece sobre o embrião, porém, a implantação embrionária, ou seja, a fixação do embrião no endométrio, ainda constitui uma grande barreira para o controle efetivo da infertilidade.Acompanhando os mais importantes avanços na área da Medicina Reprodutiva, em busca de resultados cada vez melhores, a CLINIFERT incorporou o Assisted Hatching a Laser, através do mais avançado sistema de Laser Digital. Esse sistema permite fazer o "hatching", uma pequena abertura no invólucro do embrião, com extrema precisão e segurança, facilitando a eclosão embrionária. Isso beneficia um grande número de pacientes, sobretudo as que têm idade acima dos 37 anos, contribuindo na melhora das taxas de implantação e gravidez.
Outra grande utilidade é permitir fazer a biópsia do embrião para estudo genético com rapidez e tranqüilidade.
Idade da Mulher e Infertilidade
Embriologia Postado em: 12 / 10 / 2010 por: Administrador
A crescente inserção da mulher no mercado profissional, ocorrida ao longo da segunda metade do século XX, tem sido um fator determinante da remodelação de seu papel social e resulta em nítida tendência de se postergar a maternidade.Sabe-se que a função dos ovários tem um prazo de duração, determinado geneticamente para cada mulher. Assim, não existem fórmulas matemáticas que possam calcular a perda de função para a população em geral. A princípio, a perda progressiva dessa função é mais intensa a partir dos 35 anos de idade; entretanto, grande parcela das mulheres subférteis nessa faixa etária pode permanecer com ciclos menstruais aparentemente normais, constituindo a sua identificação um grande desafio à Medicina Reprodutiva.
Especial atenção tem sido dada à avaliação individualizada do potencial reprodutivo feminino (reserva ovariana). Um teste de avaliação da reserva ovariana ideal permite-nos determinar a quantidade e a qualidade dos óvulos.
Inicialmente é realizada uma avaliação baseada nas características clínicas e nos potenciais fatores para a subfertilidade específicos de cada casal, a partir de um histórico bem detalhado em uma boa primeira conversa. Conhecer bem o casal pode abrir a possibilidade de eleger exames de maneira individualizada, norteando o aconselhamento reprodutivo, amenizando encargos emocionais e financeiros de tratamentos cujos resultadosainda se encontram aquém do desejado.
Com a evolução das técnicas de congelamento, novos horizontes têm se aberto aos casos que necessitam de preservação de fertilidade. Até pouco tempo atrás, apenas o congelamento de espermatozóides era bem conhecido, mas técnicas recentes têm sido desenvolvidas para uso em óvulos. A criopreservação de óvulos vem sendo pesquisada há 25 anos e apesar da fragilidade do óvulo humano, os resultados atuais autorizam a utilização clínica dessa metodologia com certa margem de segurança. No momento oportuno, esses óvulos podem ser descongelados, fertilizados e os pré-embriões, transferidos ao útero.
A criopreservação dos óvulos é uma excelente alternativa para:
• Ciclos de fecundação in vitro em que se quer restringir o número de óvulos a serem fertilizados.
• Manutenção do futuro reprodutivo das mulheres, sem as implicações éticas e religiosas que o armazenamento de pré-embriões pode gerar.
• Garantir a fertilidade de mulheres jovens que, por motivos pessoais, desejam postergar a maternidade para após os 35 anos, quando o potencial reprodutivo diminui significativamente.
• Conservar a capacidade reprodutiva em pacientes que se submetem a tratamento oncológico, como a quimioterapia e a radioterapia, que podem causar danos irreversíveis aos ovários.
• Proteger as pacientes suscetíveis à síndrome do hiperestímulo ovariano na indução da ovulação, podendo neste caso se optar pelo congelamento de todos os óvulos para, em ciclo posterior, proceder-se à fertilização e à transferência dos pré-embriões.







